O Senado já aprovou o decreto legislativo e extingue o pagamento do 14.º e 15.º salários pagos aos deputados e senadores. Agora é a vez da Câmara dos Deputados colocar em votação o projeto, ou seja, a Câmara tem em mãos a tarefa de decidir se o Congresso
Nacional vai economizar R$ 31,7 milhões por ano ou continuará dando aos
594 parlamentares — 513 deputados e 81 senadores — uma mordomia que não
chega ao bolso de nenhum outro trabalhador brasileiro.
O projeto de
decreto legislativo que extingue o 14º e o 15º salários dos
parlamentares do Congresso ainda
não começou a tramitar oficialmente na Câmara, mas o comportamento dos
deputados federais diante da mordomia histórica revela a dificuldade que
a proposta pode ter para avançar.
De acordo com a Secretaria de
Imprensa da Casa, dos 513 deputados, somente seis abriram mão
oficialmente do benefício — e ainda são malvistos por alguns dos 507 que
ainda não tomaram a iniciativa.
Bem, se eles acham que são merecedores de tal regalia, porque os demais cidadãos não o são? Se não extinguirem, que estendam o benefício a todo o povo trabalhador brasileiro. Algo justo, devido pelo trabalho. Mas é claro que isso nem passa pela mente dos nossos queridos representantes. Assim, que acabe para eles também. E é isso, fácil de resolver.
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